Grazi Carvalho dá entrevista sobre a primeira feira de cidades inteligentes no Brasil com foco em cidades com menos de 100 mil habitantes, a START

Em meados de 2021, na revisão do Plano Diretor de São Gonçalo do Rio Abaixo, durante a aplicação da Oficina CHESI, surgiu um ponto levantado pelos participantes: a preocupação genuína da dependência econômica do município à única atividade econômica: a mineração. E é como os participantes ali falaram: 'Minério não dá duas safras', portanto era necessário começar a pensar em alternativas para SGRA. Foi assim que surgiu a demanda por um evento que pensasse a diversificação econômica, que mostrasse aos gestores, empresários e à sociedade civil, alternativas, que mostrasse aos jovens um mar de possibilidades que o empreendedorismo pode trazer. Este é o papel do Start: a 1a Feira de Inovação e Tecnologia de SGRA, que começou atendendo uma demanda local e hoje, com tamanha aceitação e sentimento de urgência, vem mostrar para todo o Médio Piracicaba, como as possibilidades que as Cidades Inteligentes e Sustentáveis trazem, podem alavancar toda a região.

– Qual a expectativa para o evento?


Grazi: A expectativa para a 1a Feira é muito alta. Um evento como esse nunca foi feito no Brasil. Em geral, quando participamos de eventos com foco em cidades Inteligentes, sempre vemos soluções voltadas para cidades grandes (com mais de 500 mil habitantes). O Start em SGRA é a primeira feira de cidades inteligentes no Brasil com foco em municípios com menos de 100 mil habitantes.

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